Em marketing, BigData não é sobre dados, é sobre pessoas!


Imagine por um instante uma criança sozinha em uma loja de doces com autorização para comer o que e quanto quiser. Imagine também que o adulto que permitiu isso, antes de deixar a criança sozinha, ainda deu uma mão deixando todos os doces na maneira mais fácil de serem alcançados por ela. Ele abriu embalagens, colocou-os em prateleiras mais baixas, quebrou em pedaços menores os doces que eram muito grandes, enfim, o adulto facilitou ao máximo a vida daquela criança para que ela pudesse comer a maior quantidade possível de doces.

O problema é que uma criança dificilmente saberá o momento certo de parar de comer os doces, simplesmente porque ela não tem a consciência e o tempo de vida que lhe daria a referência concreta de que comer tantos doces ao mesmo tempo invariavelmente lhe fará mal.