Há muito tempo falo sobre como o Propósito de uma empresa pode e deve ser usado como o grande direcionador estratégico. Isso porque um propósito claro e tangível permite algumas coisas, como por exemplo:
– Nortear a Cultura Organizacional e os comportamentos.
– Definir toda estratégia de #relacionamentocomclientes e os outros públicos que uma empresa tem.
– Atrair e manter pessoas conectadas à marca por um motivo mais forte e sustentável do que apenas o preço.
– Criar um diferencial competitivo que dificilmente poderá ser copiado por concorrentes.
Esta lista de benefícios é longa e já a explorei em mais de 50 artigos na minha coluna Relacionamento Antes do Marketing, na Exame.
Mas o que é afinal este Propósito? Costumo explicar que ele precisa ter duas características principais:
1 – Tem que estar ligado diretamente ao que motivou a empresa ter sido criada. E não é apenas o lucro. Pode até não ser tão claro assim, mas tem sempre algo que motivou além do lucro. A virada de chave acontece exatamente quando isso é compreendido.
2 – Ele precisa ser tangível. Ou seja, um propósito não é apenas uma frase bonita. Ela até pode existir como forma de expressão do propósito, mas ele precisa ser compreendido por todos para ser de fato praticado de maneira intencional.
Esta segunda característica é importante porque no final, não adianta ter um propósito se ele não é colocado em prática em tudo o que a empresa faz.
Por isso digo que falar sobre Propósito nas empresas é mais sobre o “Como” do que apenas sobre o “Por que”.
Afinal, não será sustentável para os negócios de nenhuma empresa a longo prazo, prometer algo que na sua prática diária, não será entregue.
